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  • Pleno do TRF5 emite voto de pesar pelo falecimento do criminalista Boris Trindade
    Última atualização: 09/06/2021 às 19:01:00



    O Plenário do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 emitiu, nesta quarta-feira (9), voto de pesar pelo falecimento do advogado Bóris Trindade. O criminalista morreu no último sábado (5), aos 85 anos, em decorrência de complicações da Covid-19.

    A proposta do voto foi apresentada pelo desembargador federal Roberto Wanderley Nogueira, que elogiou a trajetória profissional de Bóris Trindade , o qual considerava “um grande advogado, que marcou a história da advocacia criminal do Estado e do Brasil”. O magistrado destacou, ainda, o conhecimento técnico, cultural, além da cordialidade com que Boris Trindade tratava advogados, magistrados, representantes do Ministério Público e clientes.

    Para o presidente do TRF5, desembargador federal Edilson Nobre, o criminalista era um exemplo entre os advogados, não só em defesa dos seus clientes, mas, sobretudo, na defesa da justiça. “Foi um profissional leal e empregava toda a sua dedicação na defesa de suas causas”, elogiou.

    Além da advocacia, Bóris Trindade se dedicou a projetos culturais, ligados, principalmente, às artes cênicas. Na década de 1980 e 1990, criou a Aquarius Produções Artísticas, produtora responsável por montagens com artistas profissionais e de repertório eclético, expandindo o mercado de trabalho na área na capital pernambucana. No Recife, a Aquarius produziu espetáculos, como “É...”, de Millôr Fernandes, e “Calígula”, de Albert Camus, em 1979, consideradas uma das melhores peças da temporada. Em 1987, a produtora estreou um fenômeno de público, a peça “É uma Brasa, Mora".

    O advogado deixou a esposa, Regina, 15 filhos, entre eles, o ator Aramis Trindade, e mais de 30 netos.


    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5





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