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  • Novembro Azul: mês é de prevenção ao câncer de próstata
    Última atualização: 12/11/2020 às 18:59:00



    Novembro é o mês da prevenção e conscientização ao câncer de próstata. Trata-se do segundo tipo mais comum entre os homens, estando atrás apenas do câncer de pele não-melanoma. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), para este ano, a estimativa de novos casos chega a 65.840. Cerca de 75% dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. No Brasil, a cada dez homens diagnosticado com esse tipo de câncer, nove têm mais de 55 anos.

    A má alimentação, o sedentarismo, o histórico familiar (pai e irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos), os homens da raça negra e a obesidade são alguns dos fatores que aumentam o risco de desenvolvimento desse tipo de câncer. A Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) recomenda que homens, a partir de 50 anos, mesmo sem apresentar sintomas, devem procurar um profissional especializado, para avaliação individualizada.

    Já os homens que integrarem o grupo de risco (raça negra ou com parentes de primeiro grau com câncer de próstata) devem começar seus exames mais precocemente, a partir dos 45 anos. Após os 75 anos, somente homens com perspectiva de vida maior do que 10 anos poderão fazer a avaliação.

    Na fase inicial, o câncer de próstata não apresenta sintomas. Quando alguns sinais começam a aparecer, cerca de 95% dos tumores já estão em fase avançada, dificultando a cura. Na fase avançada, os sintomas são dor óssea, dores ao urinar, vontade de urinar com frequência e presença de sangue na urina e/ou no sêmen. 

    A detecção precoce do câncer, aponta o INCA, é uma estratégia para encontrar o tumor em fase inicial e, assim, possibilitar melhor chance de tratamento.  Ela pode ser feita por meio da investigação, com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos, em pessoas com sinais e sintomas sugestivos da doença, ou com o uso de exames periódicos em pessoas sem sinais ou sintomas (rastreamento), mas pertencentes a grupos com maior chance de ter a doença.

    Entre os exames utilizados para investigar a doença estão o de sangue, que mede uma proteína produzida pela próstata, o Antígeno Prostático Específico (PSA), e o de toque retal, por meio do qual o médico urologista avalia o tamanho, forma e textura da próstata.

    Fonte:

    INCA, ANS e SBU


    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5 - comunicacaosocial@trf5.jus.br





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