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  • Tribunal do Júri do caso Genivaldo: conheça os bastidores do julgamento
    Última atualização: 11/12/2024 às 15:01:00



    Foram 12 dias de oitivas, apresentação de provas, debates e muito trabalho. O Tribunal do Júri que condenou os três ex-policiais rodoviários federais William de Barros Noia, Paulo Rodolpho Lima Nascimento e Kleber Nascimento Freitas pela morte de Genivaldo de Jesus Santos contou com uma infraestrutura pautada no planejamento, na organização e na cooperação, para que o julgamento transcorresse dentro da normalidade.  

    Para além dos procedimentos jurídicos, que foram conduzidos pelo juiz federal Rafael Soares, titular da 7ª Vara Federal de Estância /SE, houve suporte em diversas outras áreas: administrativa, segurança, comunicação, saúde, transporte e custódia dos acusados.  

    A diretora do Foro da Justiça Federal em Sergipe (JFSE), Lidiane Bonfim, enalteceu o trabalho integrado de várias instituições. “A realização deste júri exigiu planejamento meticuloso, coordenação eficiente e a dedicação de todos os envolvidos. Desde o início, os trabalhos foram norteados pelo princípio da cooperação, permitindo que esforços conjuntos entre diferentes instituições e equipes resultassem em um evento de alta relevância jurisdicional e social”, destacou. 

    Confira a seguir a infraestrutura do Tribunal do Júri: 

    Estrutura física

    O julgamento ocorreu no Fórum no Estância, espaço cedido pelo Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE). No local, foi instalado um contêiner, onde os réus ficaram custodiados. O ambiente era limpo, arejado e com banheiros. Além disso, um gerador de energia estava disponível no Fórum durante todo o período do julgamento. 

    Também foram alugados apartamentos em um hotel para os jurados, oficiais de justiça e agentes da Polícia e disponibilizados veículos para o transporte de magistrados(as), terceirizados(as) e pessoal de apoio logístico.   

    Durante o julgamento, houve o fornecimento de água e café para servidores(as), colaboradores(as), advogados(as) e para o público em geral, além de alimentação para o corpo de jurados, testemunhas e réus.  

    Segurança

    A segurança do Júri contou com cerca de 20 agentes da Polícia Judicial, tanto da JFSE quanto do Tribunal Regional Federal da 5ª Região - TRF5 e da Justiça Federal em Pernambuco (JFPE). Criada pela Resolução nº 344/2020 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Polícia Judicial é formada por servidores do quadro da Justiça Federal, tendo como missão proteger o público usuário do Poder Judiciário, magistrados(as), servidores(as), partes e colaboradores.

    Também prestaram apoio agentes das Polícias Federal, Militar e Rodoviária Federal, bem como da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito de Estância (SMTT). As equipes garantiram a segurança interna e externa do Júri, a segurança nas ruas e no transporte de jurados e réus.  

    Pessoal

    Cada dia de julgamento contou com a presença de seis oficiais de justiça, que ficaram distribuídos nos turnos na manhã, tarde e noite. Diariamente, técnicos de informática também estavam presentes, bem como servidores(as) do núcleo de administração da JFSE. 

    Uma equipe de terceirizados foi contratada para realizar a limpeza do local e servidores(as) de outras Varas Federais foram convocados(as) para  auxiliar o Júri.  

    Saúde

    Durante todo o período de julgamento, havia um médico ou uma médica da JFSE disponível para possíveis emergências. Além disso, foi estabelecido um canal prioritário junto ao SAMU, para eventual chamada por qualquer pessoa envolvida no Júri, e realizada uma parceria com o Corpo de Bombeiros, para a disponibilização de uma ambulância de pronto atendimento no local e, consequentemente, de uma equipe.  

    Atendimento à imprensa

    O trabalho foi realizado pela Divisão de Comunicação Social do TRF5, em parceria com a Assessoria de Comunicação da JFSE. 

    Diariamente, a equipe coordenou o acesso de jornalistas ao Salão do Júri e produziu conteúdos fotográficos, de vídeo e de texto sobre o andamento dos trabalhos, disponibilizando-os para um grupo de jornalistas de todo o país, criado especificamente para isso. Nesse período, foram realizados mais de 300 atendimentos à Imprensa. 

    Todo o trabalho foi conduzido de acordo com regras estabelecidas pelo Juízo da 7ª Vara de Sergipe, anexadas aos autos do processo do caso. O objetivo foi garantir o direito à informação, a transparência do julgamento e a divulgação das informações de forma imediata, clara e ética. 

    Confira também: 

    Ex-PRFs acusados de matar Genivaldo são condenados após 12 dias de julgamento

     


    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5





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    Divisão de Comunicação Social

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