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  • NAS alerta sobre a importância de manter vacinação em dia
    Última atualização: 04/10/2021 às 14:53:00



    Sua caderneta de vacinação está em dia? O Núcleo de Assistência à Saúde (NAS) do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 ressalta a importância de manter-se imunizado (a), tendo em vista que, com a pandemia da Covid-19, as coberturas vacinais no Brasil caíram consideravelmente. Confira o alerta do NAS:

    “O NAS vem alertar sobre a necessidade de se observar se a caderneta de vacinas está em dia, pois com o evento da pandemia as coberturas vacinais caíram muito no Brasil, assim como em outros países, não se conseguindo atingir a meta necessária para nenhuma das doenças imunopreveníveis.

    Os agentes infecciosos continuam circulando fortemente. O que os impede de provocar infecção é a vacinação pois, através dela, se consegue a imunidade. O retorno às atividades, seja no trabalho, escola ou divertimento, aumentará a vulnerabilidade dos indivíduos a doenças, sobretudo de transmissão respiratória, tais como o sarampo, a gripe e a coqueluche. Ressalta-se a importância da vacina contra a gripe, cepa 2021, que, segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações, ainda está em tempo de ser aplicada, principalmente nos portadores de comorbidades.  

    Recentemente, uma das novidades na vacinação do adulto foi a introdução do antígeno da coqueluche na antitetânica, o que tem sido muito recomendado, tendo em vista o aumento da incidência dessa enfermidade nessa faixa etária, de forma que se recomenda que o reforço contra o tétano, na medida do possível, seja realizado com a vacina associada (dTpa), a fim de se manter a proteção contra a coqueluche.

    Vale a pena lembrar que a campanha contra a COVID continua, mas não impede a administração de nenhuma outra vacina, bastando que se respeite os intervalos adequados entra cada dose.

    Em caso de dúvida relacionada à atualização da sua caderneta, compareça a uma unidade de imunização, seja do Sistema Único de Saúde (SUS) ou da rede privada."

     


    Por: Núcleo de Assistência à Saúde do TRF5





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